O mundo foi criado assim:
Antes existia o todo. Ele era constituído por todas as redes de significações que se é possivel perceber racionalmente e intuitivamente. O todo abrangia todo os universos, todos os tempos, todos os pólos antagônicos existentes e toda a energia que existe. O todo abrangia tambem o que não existe. E assim tudo e nada eram uno, tudo e nada eram o todo. Na verdade, o todo não existia.
Um belo dia nasceu a mulher e o homem. Como são seres que existem e não existem eles são como o todo. Na verdade, o todo parece estar em cada um deles. Cada um é tudo e cada um é nada. E assim o ser humano não se compreendeu.
A vida e a morte já existiam e ao mesmo tempo não existiam. A vida e a morte foram dadas aos seres mortos-vivos e com a vida-morte veio o livre arbítrio. O livre arbítrio deu o direito aos seres-não-seres humanos-não-humanos de fazerem o que bem entendessem com suas vidas-mortes.E o resultado é o mundo em que vivemos.
Para começar a aproveitar sua liberdade-prisão o ser-não-ser humano-não-humano criou os paradoxos. A vida agora é o contrário da morte, o frio é o contrário do calor, o ser é o contrário do não ser, o amor é o contrário do ódio e a alegria é o contrário da tristeza. Tudo agora é tudo mesmo e para justificar essa divisão do tudo-nada o ser agora vivo e agora humano criou a ciência. Devido a essa criação estamos todos aqui hoje.
Cada vez mais esquecemos do todo e nos especializamos, restringimos a nossa percepção em uma direção qualquer da área do conhecimento, sempre em busca do nada-tudo. Procuramos nos números, na filosofia, na sociologia e na antropologia a racionalização do que não entendemos, buscamos respostas dentro de nós mesmos através da arte e da psicologia, buscamos o todo nas religiões, na natureza com a física e a quimica, etc e não chegamos a lugar nenhum mas, ao mesmo tempo, chegamos a todos os lugares. Podemos ir aonde quisermos que seremos bem sucedidos. A questão é porque ir...
Antes existia o todo. Ele era constituído por todas as redes de significações que se é possivel perceber racionalmente e intuitivamente. O todo abrangia todo os universos, todos os tempos, todos os pólos antagônicos existentes e toda a energia que existe. O todo abrangia tambem o que não existe. E assim tudo e nada eram uno, tudo e nada eram o todo. Na verdade, o todo não existia.
Um belo dia nasceu a mulher e o homem. Como são seres que existem e não existem eles são como o todo. Na verdade, o todo parece estar em cada um deles. Cada um é tudo e cada um é nada. E assim o ser humano não se compreendeu.
A vida e a morte já existiam e ao mesmo tempo não existiam. A vida e a morte foram dadas aos seres mortos-vivos e com a vida-morte veio o livre arbítrio. O livre arbítrio deu o direito aos seres-não-seres humanos-não-humanos de fazerem o que bem entendessem com suas vidas-mortes.E o resultado é o mundo em que vivemos.
Para começar a aproveitar sua liberdade-prisão o ser-não-ser humano-não-humano criou os paradoxos. A vida agora é o contrário da morte, o frio é o contrário do calor, o ser é o contrário do não ser, o amor é o contrário do ódio e a alegria é o contrário da tristeza. Tudo agora é tudo mesmo e para justificar essa divisão do tudo-nada o ser agora vivo e agora humano criou a ciência. Devido a essa criação estamos todos aqui hoje.
Cada vez mais esquecemos do todo e nos especializamos, restringimos a nossa percepção em uma direção qualquer da área do conhecimento, sempre em busca do nada-tudo. Procuramos nos números, na filosofia, na sociologia e na antropologia a racionalização do que não entendemos, buscamos respostas dentro de nós mesmos através da arte e da psicologia, buscamos o todo nas religiões, na natureza com a física e a quimica, etc e não chegamos a lugar nenhum mas, ao mesmo tempo, chegamos a todos os lugares. Podemos ir aonde quisermos que seremos bem sucedidos. A questão é porque ir...
