Gente,
Tenho uma notícia de primeira mão pra vcs! Foi descoberto nas redondezas de Roma um velho pergaminho contendo escritos misteriosos. O documento está sendo atribuído a Alvarius Rodericus, conhecido como Mataius pelos especialistas. Trago em primeira mão esse texto antigo inédito para a humanidade. N se sabe ainda as consequências, paras os estudos da filosofia, história e demais ciências relacionadas, a descoberta desse texto. Com vcs em primeira mão:
Pegasus Fantasia
Fac erigere cosmum cordis tui
Omne malum pugnare, potestatem suscitare
Tua constellatio semper teget te
Superare dolorem dareque uim certatum
Pegasus fantasia, somni perficendi
Quia alae cordis somoriantis nemo furabitur
Sanctus Seia
Miles stellarum
Sanctus Seia
Nihil timendum ei, iê
Sanctus Seia
Coniuarcti ui tua
Sanctus Seia,
Pegasus, ad uincendum
Obs:. Esses caras que fazem letras são malucos mesmo! huahuahua
sexta-feira, 30 de março de 2007
domingo, 25 de março de 2007
Prenúncio
Oi, alguém? hehe! Creio q esse primeiro post as pessoas só verão daqui a um tempo, mas é isso ae! Esse n é um blog que escrevo só qd estou triste, embora isso n queira dizer q isso n acontecerá. Digo isso pra acalmar algumas pessoas!^^Esse é um blog para postar coisas legais que tenho escrito recentemente e ouvir a opinião de vcs! Quero saber o q vcs acham, se vcs gostam, se acham chato, etc! Vou começar com um poema meu q descreve bem minhas intenções com esse blog e essa nova fase! É um prenúncio! Comentem per favore!
O fingidor
Tentei não ser fingidor,
Tentei me prender a mim mesmo,
mas tudo que consegui foi dor,
por isso volto a cantar o sentimento alheio.
Cantarei a saga épica do herói,
E a desilusão do trabalhador,
Escreverei poemas lendários
E o lirismo mais profanador.
Não cansarei de contar
Histórias que sempre ouço falar,
E sim, cantarei com o mesmo ardor,
A morte e a vida, o ódio e o amor.
Eis o prenúncio de uma epopéia,
Eis o começo de uma rotina,
É o reamanhecer de um poeta,
É o fim de mais um dia.
O fingidor
Tentei não ser fingidor,
Tentei me prender a mim mesmo,
mas tudo que consegui foi dor,
por isso volto a cantar o sentimento alheio.
Cantarei a saga épica do herói,
E a desilusão do trabalhador,
Escreverei poemas lendários
E o lirismo mais profanador.
Não cansarei de contar
Histórias que sempre ouço falar,
E sim, cantarei com o mesmo ardor,
A morte e a vida, o ódio e o amor.
Eis o prenúncio de uma epopéia,
Eis o começo de uma rotina,
É o reamanhecer de um poeta,
É o fim de mais um dia.
Assinar:
Postagens (Atom)