A tempestade já durava meses e os humildes camponeses viam-se em uma situação desesperadora:
_ Ó, Zeus Pai! Tu, em seu sacro trono, não tens piedade de nós, pobres mortais? Continuas a castigar-nos com teus raios, dia após dia, nessa chuva que não se cessa jamais. Do Olimpo, fere a terra com suas alvas flechas , os nossos ouvidos com grandes estrondos ressoantes. Como se não bastasse tamanho dilúvio, mandaste-nos também Zéfiros que devastam os campos, destroem nossas casas e dizimam os frutos de anos de trabalho. O que queres de nós, ó, ser imortal.
A chuva, os raios e a destruição continuavam incessantemente...
_ Se lutar fosse justo e divino, ó Zeus Pai, criaria asas, subiria ao teu posto sagrado e confrontar-te-ia. Com minhas armas, enfrentaria a claridade de sua omnipotência, a vastidão do seu universo e a verdade dos seus mistérios. Voaria até o Olimpo, violaria as Deusas, saquearia seus recursos e destruiria-o para que nunca mais tenha um lugar para chamá-lo de celestial. Mas, Tu, ó Zeus Pai, ris de nossa condição humana, ris de nossos vícios e de nossos eternos erros. Tu te divertis com o nosso infortúnio. Ó Zeus pai, o que queres de nós? O que queres de nós? Senhor de nossos destinos.
Neste momento a negra tempestade se intensificou e muitos camponeses morreram...
_Sábio tu és, Ó Grande Zeus! Não deste ao homem conhecimento suficiente para entender-te. Gaia age ao seu favor e até o Amor é seu conselheiro. Quem és tu que estas acima da natureza e de mãos dadas com o Amor? Tu és divino, imortal, chama acesa contra o vento. Tu és a verdade. Somos míseros perante ti. Imperfeitos e disonestos. Não existe nada que possamos fazer contra a tua vontade, ó aquele que rege vidas!
_ Ó, Zeus Pai! Tu, em seu sacro trono, não tens piedade de nós, pobres mortais? Continuas a castigar-nos com teus raios, dia após dia, nessa chuva que não se cessa jamais. Do Olimpo, fere a terra com suas alvas flechas , os nossos ouvidos com grandes estrondos ressoantes. Como se não bastasse tamanho dilúvio, mandaste-nos também Zéfiros que devastam os campos, destroem nossas casas e dizimam os frutos de anos de trabalho. O que queres de nós, ó, ser imortal.
A chuva, os raios e a destruição continuavam incessantemente...
_ Se lutar fosse justo e divino, ó Zeus Pai, criaria asas, subiria ao teu posto sagrado e confrontar-te-ia. Com minhas armas, enfrentaria a claridade de sua omnipotência, a vastidão do seu universo e a verdade dos seus mistérios. Voaria até o Olimpo, violaria as Deusas, saquearia seus recursos e destruiria-o para que nunca mais tenha um lugar para chamá-lo de celestial. Mas, Tu, ó Zeus Pai, ris de nossa condição humana, ris de nossos vícios e de nossos eternos erros. Tu te divertis com o nosso infortúnio. Ó Zeus pai, o que queres de nós? O que queres de nós? Senhor de nossos destinos.
Neste momento a negra tempestade se intensificou e muitos camponeses morreram...
_Sábio tu és, Ó Grande Zeus! Não deste ao homem conhecimento suficiente para entender-te. Gaia age ao seu favor e até o Amor é seu conselheiro. Quem és tu que estas acima da natureza e de mãos dadas com o Amor? Tu és divino, imortal, chama acesa contra o vento. Tu és a verdade. Somos míseros perante ti. Imperfeitos e disonestos. Não existe nada que possamos fazer contra a tua vontade, ó aquele que rege vidas!
E assim a chuva parou.
Obs:. viajei bonito agora! rsrsrs fui eu que escrevi esse texto?^^
